"São pensamentos soltos traduzidos em palavras, pra que você possa entender, o que eu também não entendo."
22 de julho de 2011

E de uns dias pra cá eu senti uma coisa que há muito já não sabia o que era, foi uma sensação estranha que invadiu meu coração e de tão grandioso que foi esse sentimento, um sorriso involuntário desabrochou nos meus lábios. Sorriso verdadeiro. Deus, há quanto tempo eu não sabia o que era um sorriso verdadeiro? Foi bom. Me senti tão em paz comigo mesma que quase me emocionei. Sei lá, me deu uma vontade de começar de novo, uma vontade de ser feliz de novo. Uma disposição, uma força repentina. Foi meio louco, meio engraçado, meio exagerado, mas serviu pra uma coisa: me fez perceber que ainda tenho muito pela frente, que ainda posso ser feliz pra caramba, isso só depende de mim. Você acha que vou deixar essa oportunidade passar?! Tô pronta pra viver. Fui ali ser feliz e não volto. O que tem que acontecer, vai acontecer, não posso querer controlar tudo a minha volta. Deixa acontecer, deixa fluir. Pois então, tô deixando. Ai ai, depois de muito pensar, muito analisar, acabei por perceber que o que tinha me invadido daquela forma avassaladora era uma coisinha que eu já tinha até esquecido que existia… como se chama mesmo? Ah, ESPERANÇA.
(Malena Stewart)
21 de julho de 2011

Que comece agora. E que seja permanente essa vontade de ir além daquilo que me espera. E que eu espero também. Uma vontade de ser. Àquela, que nasceu comigo e que me arrasta até a borda pra ver as flores que deixei de rastro pelo caminho. Que me dê cadência das atitudes na hora de agir. Que eu saiba puxar lá do fundo do baú, o jeito de sorrir pros nãos da vida. Que as perdas sejam medidas em milímetros e que todo ganho não possa ser medido por fita métrica nem contado em reais. Que minha bolsa esteja cheia de papéis coloridos e desenhados à giz de cera pelo anjo que mora comigo. Que as relações criadas sejam honestamente mantidas e seladas com abraços longos. E que seja DOCE tudo que tiver que ser.
(Caio F. Abreu)
18 de julho de 2011
”(…) Talvez um dia eu seja uma pessoa mais equilibrada. Dessas que não se abalam tanto com os problemas. Que sabem administrar com inteligência a maioria das situações. Mas, por enquanto, confesso que não consigo. Basta uma coisa dar errado para estragar todas as outras. Um desequilíbrio literal. Imagino meu humor como uma pilha de… latas em um corredor de supermercado. Estão todas lá: umas em cima das outras. Organizadas. Alinhadas. Aí vem uma criança teimosa e tira uma das latas de baixo. A do meio! E, em dois segundos, está tudo no chão. Era impossível que continuassem de pé sem aquela lata. Ando meio triste. Uma criança teimosa passou por aqui um dia desses e levou o que queria.
Tirou uma lata e foi embora. Sei que vou ficar bem. No fim, as coisas sempre se ajeitam. Mas dá um trabalho organizar tudo de novo! Ter de pegar lata por lata e empilhar outra vez… Uma a uma. Bem devagar. Até achar o tal do equilíbrio.”
Assinar:
Postagens (Atom)















